Manteigas vegetais ganham espaço como opção mais saudável

Pesquisa de mercado global aponta crescimento anual de 4,45% até 2030

A manteiga que o brasileiro está acostumado a usar no pão na chapa, no preparo do brigadeiro, de um molho branco ou de refogados, tem uma nova roupagem com apelo mais saudável. É que chegam aos mercados cada vez mais variedades de manteigas feitas sem leite de vaca, consequentemente livres do colesterol presente em produtos de origem animal. 

foto: divulgação

Um relatório recente da Market Research Future apontou que o mercado de manteigas de oleaginosas atingirá US$ 5 bilhões até 2030 – crescendo anualmente 4,45%. E, entre os fatores apontados para o aumento do consumo, está a maior conscientização dos seus benefícios para a saúde, bem como maior preocupação ligada ao consumo de manteiga láctea, por conta do teor de gordura.

Um dos produtos mais famosos do portfólio de 20 opções 100% vegetais da marca Galpão Cucina é justamente a manteiga. Aclamada pelos consumidores, ela é versátil tanto no uso das receitas quanto no público consumidor: intolerantes à lactose, veganos ou, simplesmente, quem busca saúde e encontra nesta manteiga vegetal um produto sem colesterol e fonte de Ômega 3 e 9.

A maior demanda por produtos plant-based faz com que o preço ao consumidor final seja cada vez mais acessível. Conforme o CEO do Galpão Cucina, Tobias Biselli, todos os anos a empresa, criada em 2017, reduz os preços dos produtos ao ganhar mais escala.

Neste ano, a marca expandiu sua distribuição para chegar direto no consumidor através do varejo. Além de estar à venda no próprio marketplace e nas prateleiras de mercados e empórios, a manteiga e demais produtos nobres, como os queijos e carnes vegetais do Galpão Cucina, são insumos usados por mais de 300 estabelecimentos, entre eles restaurantes com gastronomia italiana e fast food.

“A maioria das pesquisas sobre o mercado plant-based mostra que os principais empecilhos para o consumidor são o sabor e o preço. Atuamos nas duas frentes. No sabor, trabalhamos com uma equipe de desenvolvimento para melhorar os produtos e, na questão do preço, apostamos no ganho de escala como aliado”, explica Biselli.

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